Materiais de apoio

Livros

  • Rafael Yglesias

    Cura do Dr. Neruda para o Mal, A

    Rafael Neruda é um homem de talento e sucesso, com um passado tenebroso. Quando adulto, Neruda aprende a domar as angústias de sua juventude por meio da terapia freudiana. Até que um antigo paciente, um de seus mais bem-sucedidos casos profissionais, procura-o novamente, antes de cometer suicídio. Descobrir o motivo dessa morte passa a ser uma obsessão para Rafael Neruda que, entrevistando pessoas ligadas à vida e à morte de seu paciente, acredita ter encontrado o mal. Um mal que Rafael, como o mensageiro de Deus, decide derrotar.

  • Irvin D. Yalom

    Desafios da Terapia, Os

    Destinado a jovens terapeutas, “Os Desafios da Terapia” é uma reunião de recomendações que abrange muitos aspectos do atendimento psicoterápico individual e algumas questões referentes às terapias de grupo. Sem se aprofundar nos temas, Irvin Yalom faz, entre outros tópicos, uma síntese bastante convincente da importância da análise do próprio terapeuta, da estrutura da transferência e de como ela reflete as demais relações do paciente, das dificuldades mais comuns do atendimento, da importância dos atos em contraposição às palavras, de como não se devem tomar decisões pelo paciente, da importância da análise dos sonhos.

  • Violet Oaklander

    Descobrindo crianças

    As crianças falam de si mesmas destacando suas posições mediante a experiência do conhecimento. A autora desenvolve um sério estudo sobre o crescimento infantil empregando métodos altamente originais e flexíveis

  • Virginia Mae Axline

    Dibs em Busca de Si Mesmo

    Conta a história de uma criança que lutou para conquistar sua identidade através do processo psicoterápico. Os estudiosos da infância e da natureza normal e anormal da vida mental encontrarão nesta obra importantes ensinamentos.

  • Gladys D'Acri, Patrícia Lima, e Sheila Orgler

    Dicionário de Gestalt-terapia

    Nesta obra de referência, autores de várias tendências e com diversos olhares apresentam os principais conceitos da Gestalt-terapia, mantendo-se fiéis à conceituação dos fundadores dessa abordagem e oferecendo ao leitor informações relativas à evolução de cada termo na contemporaneidade. Dessa forma, estudantes e profissionais têm em mãos um vigoroso compêndio e material bibliográfico para embasar teoria e prática. Edição revista e ampliada

  • Moisés Groisman

    Família é Deus

    Numa época em que se fala em globalização, internet, crise econômica, o homem e a mulher no mercado de trabalho, o autor dirige sua lente para uma das instituições mais antigas e poderosas, base da sociedade, de onde todos nós viemos – a família.

    Moisés Groisman aprofunda seu estudo da influência da família sobre o indivíduo, afirmando de uma forma radical: “A família é minha religião”. Ela é como um Deus em nossas vidas ao determinar – de acordo com a história que nossos pais viveram em suas respectivas famílias e aquela que vivemos com eles, avós e irmãos – nossas escolhas amorosas, profissionais e sexuais.

    Suas considerações são feitas de uma forma romanceada, numa linguagem simples e direta, através da história ficcional de um processo terapêutico, no qual aparece o cruzamento da crise do paciente com a do terapeuta, entremeadas de informações técnicas sobre o funcionamento familiar, que nos passa despercebido, ocorrendo de uma forma invisível.

    Nesta mistura, sobra ainda espaço para as experiências gastronômicas do terapeuta.

  • John Bowlby

    Formação e rompimento dos laços afetivos

    Baseado numa profunda experiência clínica e redigido com a humanidade e a lucidez há muito tempo apreciadas por seus leitores, este livro constitui uma excelente introdução à obra e ao pensamento de John Bowlby. Nele, Bowlby desenvolve as idéias centrais

  • Erving e Mirian Polster

    Gestalt-terapia integrada

    Da autoria de dois dos mais renomados e conceituados gestalt-terapeutas americanos, esta é uma obra que apresenta de forma organizada e sequenciada os principais conceitos da abordagem gestáltica. Trata-se de um livro com numerosos exemplos ilustrativos e descrição de episódios terapêuticos, o que torna sua leitura extremamente agradável.

  • Sandra Fedullo Colombo

    Gritos e Sussurros

    O Núcleo de Pesquisa, Estudos e Formação em Terapia Familiar e Casal (Sistemas Humanos) reuniu sua equipe e a experiência de 25 profissionais para apresentarem uma reflexão sobre questões fundamentais das relações humanas que permeiam o cotidiano de todas as famílias e casais. O desafio de viver um casamento criativo que atravesse os vários momentos do ciclo vital, a motivação de conhecer melhor como se forma um par amoroso, a curiosidade de perceber os modelos e heranças de relacionamento que recebemos de nossas famílias de origem ao lado da compreensão da transformação de valores sociais na sociedade contemporânea.

  • John Gray

    Homens São de Marte Mulheres São de Vênus

    Marcianos dão muita importância ao trabalho, à competência, às conquistas. Venusianas gostam de conversar para criar relações e compartilhar sentimentos. Marcianos são os homens, venusianas são as mulheres, e essas diferenças são apenas algumas na verdadeira teia de divergências que fazem com que os dois sexos não se entendam. Ex-monge, casado e fino observador dos relacionamentos humanos, o autor transformou suas anotações no grande best-seller do entendimento. Um guia seguro para que o homem entenda por exemplo, que o desabafo é uma atitude tipicamente feminina. E a mulher perceba que se trancar a sete chaves com seus problemas é uma atitude masculina. Servindo como intérprete de linguagens diversas, o autor não garente a volta ao paraíso. Mas aponta o caminho.

  • MARIA AMALIA FALLER VITALE

    Laços Amorosos

    O casamento, com os novos problemas gerados pelas mudanças sociais, é o objeto de estudo deste trabalho, que reúne artigos de profissionais dos principais movimentos de terapia familiar no Brasil. Sua originalidade está na exposição do uso do psicodrama nas terapias conjugais e familiares, ampliando o leque de possibilidades de tratamento. Na primeira parte do livro estão os artigos que tratam dos aspectos teóricos do psicodrama e que revelam Moreno como pioneiro na área de terapias para famílias. O eixo da segunda parte está nas questões que dizem respeito aos laços amorosos de modo geral; relações de poder, separações, envelhecimento, violência e casais do mesmo sexo, entre outras

  • J.-D. Nasio

    Livro da dor e do amor, O

    Porque amor e dor são indissociáveis, Juan-David Nasio trata, nesta densa e bela obra, não só do amor como da dor. Fenômeno-limite, a dor é estudada aqui sob três aspectos – enquanto afeto, sintoma e perversão –, engendrando o que o autor chama de uma “metapsicologia da dor”.

  • Regina O ́Melveny

    Livro da loucura e da cura, O

    Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi.

    Seguindo pistas das ocasionais e enigmáticas cartas do pai, ela vasculha as capitais europeias expandindo os horizontes de seu mundo e acrescentando conhecimentos ao imenso livro das curas que está escrevendo.

    No entanto, ela não conhecerá apenas os limites físicos do continente, mas, também, os mistérios do amor, da perda e da mortalidade. Mistérios que estão no coração de cada alma viajante, especialmente na alma de seu pai.

  • Andrew Solomon

    Longe da árvore

    Diagnosticado com dislexia na infância, Andrew Solomon conta que a superação dessa deficiência só foi possível porque ele pôde contar com a paciente dedicação dos pais, em especial de sua mãe, num lar estruturado. Criado num ambiente privilegiado – a culta classe média judaica de Nova York -, Solomon sempre teve acesso a todo afeto e atenção terapêutica necessários ao tratamento.
    Longe da árvore começa como um estudo sobre pais tentando educar crianças ‘complicadas’, e acaba como uma afirmação do que é ser humano.” – The Guardian